Com São João, PF orienta para o recebimento de notas falsas no Sertão

23 de junho de 2015


Com chegada das festas, os criminosos costumam passar notas falsas.
Cédula falsa deve ser entregue a um banco ou procurar a Polícia Federal.

do g1 petrolina

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Notas falsas (Foto: Divulgação)

Com a chegada das festas de São João, a Polícia Federal (PF) alerta para os cuidados com relação ao perigo de recebimento de notas falsas no Sertão de Pernambuco. As ocorrências acontecem grande parte após períodos de liquidações e queima de estoque das lojas e principalmente são cédulas de valores como R$100 e R$50.

De acordo com a PF, o consumidor deve ficar atento na hora de sacar dinheiro e receber o troco, porque uma das grandes táticas utilizadas pelos criminosos é usar notas de valores altos para comprar itens baratos, em busca do troco. “É um caso impressionante e nas regiões do Agreste e Sertão de Pernambuco costuma acontecer com mais frequência, pois  existe menor acesso à informação”, explica o chefe de comunicação da PF, Giovani Santoro.

Segundo Giovani, existem três orientações que são fundamentais. “Deve-se observar a impressão da nota. Se você recebê-la no comércio e perceber que ela não é tão nítida, pode ser falsa. Além disso, a textura do papel, a nota falsa é lisa. Basta você passar os dedos percebe que a verdadeira é meio crespa. E a última dica é colocar a nota contra luz , assim você verifica vários itens de segurança”, esclarece.

Se o saque for feito em caixa eletrônico, a recomendação da polícia é que o consumidor tire um extrato que comprove o saque e procure o gerente da agência para que possa haver o ressarcimento dos valores. Já quem receber uma nota falsa nunca deve passá-la adiante, pois poderá ser preso. A cédula falsa deve ser entregue a um banco, que a encaminhará ao Banco Central ou procurar uma superintendência da Polícia Federal. “A nota vai ser apreendida e a pessoa vai contar os fatos para polícia. Isso é importante para saber a incidência de nota falsa na região para ajudar a desarticular quadrilhas”, conta.

Um aplicativo gratuito que se chama “dinheiro brasileiro” pode auxiliar na identificação. O programa desenvolvido pelo Banco Central não analisa a autenticidade da cédula, mas ajuda a identificar e conhecer os itens de segurança.

A nota com maior incidência de falsificação no Brasil foi a de R$ 100 com 138.860 registros. Pernambuco está em 8º na colocação de falsificação por estado.

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