Freire considera “impeachment” de Dilma uma solução menos ruim que a intervenção militar

5 de março de 2015


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Por decisão da executiva nacional do PPS, Roberto decidiu participar dos protestos.

Por Inaldo Sampaio

Em que pese a oposição ao governo Dilma estar robustecida no Congresso Nacional, nenhum partido político arriscou-se até agora a defender o “impeachment” da presidente da República.

Todos reconhecem a legitimidade do seu mandato, mesmo entendendo que ela se elegeu com um discurso e se apropriou da agenda do seu opositor (Aécio Neves). O próprio PSDB durante reunião com o ex-presidente FHC, na semana passada, achou prudente não participar das manifestações do próximo dia 15, embora o senador Aloysio Nunes tenha informado que irá, “em nome pessoal”.

O Democratas está encolhido depois que o senador José Agripino teve o nome envolvido num escândalo no Detran do Rio Grande do Norte e o PPS, por sua executiva nacional, decidiu participar dos protestos, porém sem falar em “impeachment”. Se, todavia, as ruas evoluírem para isto, diz o presidente Roberto Freire, essa saída é preferível à intervenção militar.

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