Lula perdeu capital político e não elege ‘postes’

31 de agosto de 2015


Promessa de ‘voltar se necessário’ em 2018 não deve ser fácil

Do Diário do Poder

SP - INSTITUTO LULA/CONFER NCIA/FELIPE GONZ¡LEZ - POLÕTICA - O ex-presidente Luiz In·cio Lula da Silva durante a conferÍncia "Novos desafios da democracia", promovida pelo Instituto Lula em parceria com as FundaÁıes Friedrich Ebert e Perseu Abramo, no Hotel Grand Mercure, em S„o Paulo, nesta segunda-feira (22). 22/06/2015 - Foto: GABRIEL SOARES/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTAD√O CONTE⁄DO

EX-PRESIDENTE LULA ANTECIPOU – E MUITO – A ELEIÇÃO DE 2018. FOTO: GABRIEL SOARES/AE

Responsável por forjar a modalidade “político poste”, o ex-presidente Lula se depara com a perda de seu capital político. A declaração, na sexta, de que Lula volta em 2018 “se necessário” não espantou a oposição. No auge da popularidade, em 2010, Lula sacou a então ministra Dilma, que foi eleita e reeleita presidente, mas os postes de Lula, acossado por uma série de escândalos do PT, perderam luz.

No Recife, em 2012, Lula abandonou o fiel escudeiro Humberto Costa (PT) para não se vincular à derrota certa para Geraldo Júlio (PSB).

Em Minas, Lula engoliu a aliança entre petistas e tucanos que reelegeu Márcio Lacerda (PSB). Foi considerada uma vitória de Aécio Neves.

Em 2014, perderam os candidatos lulistas Alexandre Padilha (SP), Lindbergh Farias (RJ), Gleisi Hoffmann (PR) e Armando Monteiro (PE). Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

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