TCU amigo joga água fria nos protestos do dia 16

13 de agosto de 2015


TCU_Brasilia

No dia seguinte após receber pedido de uma comissão do Senado, concedeu a “extensão” à Dilma.

Por Claudio Humberto/Diário do Poder

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de dar uma “extensão amiga” para Dilma apresentar sua defesa no caso das “pedaladas fiscais” jogou um balde de água fria nas manifestações marcadas em todo o País para o próximo dia 16. Causou grande surpresa a rápida decisão do Tribunal de Contas, que, no dia seguinte após receber pedido de uma comissão do Senado, concedeu a “extensão” à Dilma.

Foi a Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização do Senado que pediu ao TCU, órgão subsidiário do Congresso, a extensão para a defesa. Apesar de dar tempo a Dilma, a “extensão” foi dada por dois motivos: o pedido do Senado e nova manobra identificada na área técnica do TCU.

 “Os protestos do dia 16 não dependem do julgamento das pedaladas”, diz Álvaro Dias (PSDB). “Não vai ter manobra sorrateira que impeça”.Conhecida “raposa” política, o presidente do Senado, Renan Calheiros, preencheu uma lacuna de poder ao se reaproximar do governo. Mas ele não contava a rebordosa: após os acordos com Dilma, Calheiros foi marcado como alvo das manifestações de 16 de agosto próximo. Presidente da Câmara, Eduardo Cunha aguarda ansiosamente a decisão do TCU sobre as “pedaladas fiscais” de Dilma. Ele quer articular para que o impeachment seja “filho do Congresso”, não dele.

Por Claudio Humberto/Diário do Poder

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de dar uma “extensão amiga” para Dilma apresentar sua defesa no caso das “pedaladas fiscais” jogou um balde de água fria nas manifestações marcadas em todo o País para o próximo dia 16. Causou grande surpresa a rápida decisão do Tribunal de Contas, que, no dia seguinte após receber pedido de uma comissão do Senado, concedeu a “extensão” à Dilma.

Foi a Comissão de Meio Ambiente e Fiscalização do Senado que pediu ao TCU, órgão subsidiário do Congresso, a extensão para a defesa. Apesar de dar tempo a Dilma, a “extensão” foi dada por dois motivos: o pedido do Senado e nova manobra identificada na área técnica do TCU.

 “Os protestos do dia 16 não dependem do julgamento das pedaladas”, diz Álvaro Dias (PSDB). “Não vai ter manobra sorrateira que impeça”.Conhecida “raposa” política, o presidente do Senado, Renan Calheiros, preencheu uma lacuna de poder ao se reaproximar do governo. Mas ele não contava a rebordosa: após os acordos com Dilma, Calheiros foi marcado como alvo das manifestações de 16 de agosto próximo. Presidente da Câmara, Eduardo Cunha aguarda ansiosamente a decisão do TCU sobre as “pedaladas fiscais” de Dilma. Ele quer articular para que o impeachment seja “filho do Congresso”, não dele.

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