Vaccari discute delação e o PT entra em pânico

3 de agosto de 2015


PR - LAVA JATO/JOÃO VACCARI NETO - POLÍTICA - O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, comparece ao Instituto Médico Legal (IML) para realizar exame     de corpo delito em Curitiba (PR), nesta quarta-feira, 15. A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-    feira, 15, João Vaccari Neto, a mulher dele e cumpre mandado também contra a cunhada do petista por     envolvimento com o esquema da Operação Lava Jato. Vaccari é acusado de receber para o PT um porcentual     da diretoria de Serviços da Petrobras na época em que era comandada por Renato Duque.      15/04/2015 - Foto: GERALDO BUBNIAK/AGB/PAGOS

O ‘risco Vaccari’ assombra a altíssima cúpula petista.

Por Claudio Humberto/Diário do Poder

A cúpula do PT tem discutido o “risco João Vaccari Neto”, ex-tesoureiro preso pela PF na Lava Jato. Ele se queixa de “abandono” e tem citado o exemplo do que aconteceu ao mensaleiro Marcos Valério, condenado a quase 40 anos de prisão por fechar a boca. Vaccari insinua sempre uma possível delação premiada. Não fechou acordo ainda em razão de apelos dramáticos do ex-presidente Lula, anteriores à sua prisão.

Líderes do PT contam que a pressão em Vaccari deve aumentar após o acordo de delação que tirou o lobista Mário Góes da prisão.

João Vaccari Neto está em cana desde abril e já teve seu pedido de soltura negado pelo juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava jato.

O ex-tesoureiro Vaccari sabe que, sem delação, terá pena longa. Ele foi acusado por pelo menos cinco delatores, na Lava Jato.

Denunciaram Vaccari, entre outros, Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa, Pedro Barusco, Hermelino Leite e Augusto Ribeiro Mendonça.

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